"Devemos aspirar à criação de um tipo de homem que não é humano, do qual terão sido eliminadas a dor moral, a bondade e o amor, as paixões que sozinhas podem corromper a inexaustível energia vital"
Filippo Tommaso Marinetti, anos 20
Citando outro autor, Oscar Niemeyer, "Como se diz bobagem com ar de coisa séria..."
Que acontecerá à energia vital sem as paixões que a corrompem? É como tentar fazer o relógio trabalhar sem que ele gaste a pilha.
22 de maio de 2008
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Que lindo diálogo estabeleceste aqui!
ResponderEliminarConcordo, claro. Parece-me que o caminho é procurar ser cada vez mais humano e, portanto, sempre falível face a sentimentos. E é, em parte, esse um dos trabalhos da arte: potenciar a vida com o que corrompe a energia vital.